terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Ovo

Bom, este é o último post do ano! Não que seja nada muito especial, mas resolvi postar alguma coisinha aqui só pra fechar o ciclo. =)

Fiz esse desenho meio rapidinho pra simbolizar o que vem de novo por aí.
Toda coisa nova é um ovo.


E aqui uma mensagem do Neil Gaiman (que é do ano passado, mas serve pra todo ano, né?), traduzida por mim:

"Espero que neste ano que está vindo, você cometa erros.

Porque se você está cometendo erros, então você está fazendo coisas novas, tentando coisas novas, aprendendo, vivendo, se esforçando, mudando você e o mundo. Você está fazendo coisas que nunca fez antes, e, mais importante, você está Fazendo Algo.

Então este é meu desejo para vocês, e para todos nós, e meu desejo para mim mesmo. Cometa Novos Erros. Cometa gloriosos, maravilhosos erros. Cometa erros que ninguém nunca cometeu antes. Não congele, não pare, não se preocupe se não estiver bom o suficiente, ou se não estiver perfeito, seja o que for: arte, ou amor, ou trabalho, ou família, ou vida.

O que quer que tenha medo de fazer, Faça-o.

Cometa seus erros, no próximo ano e para sempre."

- Neil Gaiman


E quero aproveitar e agradecer a todos que têm acompanhado meu blog, e deixado comentários carinhosos nos meus posts. Vocês me deixam feliz e me incentivam a continuar. Desejo um lindo 2014 a todos! ♥

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Vali

Aquarela, no sketchbook.
Vali Myers, a Bruxa de Positano. Nascida em 1930, em Sydney, abandonou a escola aos 14 anos para trabalhar para pagar aulas de dança. Tornou-se bailarina na Melbourne Modern Ballet Company. Depois, foi para Paris perseguir sua carreira, mas acabou assumindo um estilo de vida boêmio, se associando a diversos artistas e intelectuais locais, passando as noites em cafés desenhando e fazendo sua arte. Em 1955 mudou-se com seu então marido, para um vale italiano chamado Positano, cercados pela natureza e por diversos animais, entre eles Foxy, sua querida raposa. Mais tarde, o "Reino de Vali" foi transformado num santuário de vida selvagem.

Vali e Foxy.
Com seus cabelos vermelhos flamejantes, seus olhos marcadamente pintados de preto, suas roupas ciganas, as tatuagens em seu rosto, Vali era uma visão extravagante. Sua arte revelava seu mundo espiritual vibrante, com figuras femininas e um misticismo selvagem.

"Eu apenas desenho - desde que era uma menininha. As pessoas sempre tentam rotular isto,
mas você não pode rotular esse trabalho, é original. É como perguntar por quê você dança? Você faz isso porque você tem o espírito dentro de você... se eu não desenhasse, eu enlouqueceria. Artistas são como xamãs - eles têm essa compulsão e nada pode pará-los." (Vali Myers)


 

Vali considerava sua maquiagem sua "pintura de guerra", que ela aplicava ritualisticamente e jamais saía sem ela - exceto quando havia algum problema urgente com seus animais. Ela acreditava que os círculos negros em torno dos olhos protegiam contra o mal. Ela abominava a ideia de que maquiagem era um método para atrair homens. De acordo com Menichetti, "aplicar a maquiagem era encontrar seu verdadeiro rosto". Um de seus poemas favoritos foi-lhe entregue por um jovem durante sua estadia em Londres. Ele lhe disse, "este poema é como você":

If I make the lashes dark
And the eyes more bright
And the lips more scarlet
Or ask if all be right
From mirror after mirror,
No vanity’s displayed:
I’m looking for the face I had
Before the world was made.

— de Before the World Was Made by W.B. Yeats.

(tradução livre: "Se pinto os cílios de preto, e ilumino meus olhos, e pinto os lábios de escarlate, ou pergunto se tudo está bem de espelho a espelho, não é por vaidade: estou buscando pelo rosto que eu tinha antes do mundo ser feito.")


Ela tratava sua juba flamejante com a mesma devoção: recusava-se a usar um pente, mas uma vez por mês, dedicava-se a desembaraçá-lo, atividade à qual se dedicava sozinha e durante horas, até que seu cabelo tivesse adquirido um grande volume.

"O centro da vida é feminino - todos nós viemos de nossas mães. Eu sempre desenhei mulheres ou espíritos femininos. Sinto isso profundamente - quem se importa com um cara numa cruz? A criatividade de minha mãe foi sufocada depois que ela se casou e fez uma família, mas ela sempre me apoiou - até meu pai esperava que eu seguisse os passos dela. Eu prefiro não ter filhos, mas muitos animais." (Vali Myers)

Vali foi diagnosticada com câncer e faleceu em fevereiro de 2003, aos 72 anos. Em seu leito de morte, disse a um entrevistador:
"Eu vivi 72 anos absolutamente flamejantes. Não me incomoda nem um pouco, porque sabe, amor, quando você viveu como eu vivi, você fez tudo. Eu coloquei todo meu esforço em viver... Estou num hospital agora, e acho que vou chutar o balde aqui mesmo. Todo besouro faz isso, todo pássaro, todo mundo. Você vem ao mundo e depois você vai."

domingo, 3 de novembro de 2013

In Memoriam

Vi um cara chutando um ratinho pro meio-fio. De longe não consegui entender direito o que tava acontecendo e o que ele tava chutando, mas quando percebi o que era já era tarde demais. Era, provavelmente, um comerciante que não queria aquele "lixo" na calçada da frente do seu estabelecimento. Chutou o ratinho e algumas laranjas. O ratinho me parecia vivo, mas quando cheguei perto, já não estava mais. Não consegui reagir nem nada, com os fones de ouvido não ouvi se o cara disse alguma coisa quando peguei o ratinho pelo rabo e levei comigo até encontrar um canteiro de plantas com uma árvore, e deixei ali.
É muito chocante ver uma coisa viva sendo tratada como se fosse nada.
Quis então fazer um desenho em homenagem a esse ratinho.
As margaridas simbolizam inocência.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Uma coisa de cada vez

Eu costumo pensar no Tempo como um inimigo, Cronos, sempre devorando seus filhos. Sempre provocando terror e ansiedade, sempre o relógio tiquetaqueando, sempre nos obrigando a correr, aos tropeços, custe o que custar. Mas, pensando bem, Cronos foi agrilhoado e feito escravo nos nossos tempos. Obrigado a trabalhar enclausurado em relógios e folhas de calendário, encaixotando os dias dentro de quadradinhos. E nós fomos agrilhoados juntos, como burros perseguindo uma cenoura à nossa frente, que está amarrada na ponta de uma vara que está presa nas nossas próprias costas. A cenoura é sempre amanhã.

A ansiedade, sempre juntinha da melancolia. Pensar em tarefas acumuladas, atrasadas, prazos, expectativas, planos. Coração começa a acelerar, a cabeça começa a pesar, o estômago a revirar.
Estou tentando parar.
Uma. Coisa. De. Cada. Vez.
E andando somente no meu tempo, mesmo que leve muito tempo. Mesmo que frustre expectativas alheias, mesmo que tenha que abrir mão e largar fardos pelo caminho. Nada é tão importante quanto estar em paz e sorver com calma os goles da própria vida.


Aqui estão algumas fotos de naturezinhas que tirei no parque, porque coisinhas bonitas refrescam a alma:

Flor de maracujá.
Flores pequeninas que crescem na grama.
Puf.
Acho que eram do pé de maracujá, também. Parecem sininhos ou alguma peça de vestimenta de fada.
Sabiazinho.
Esse sabiá estava bebendo a água que acumulou nos veios da madeira.
Árvore que tudo vê.
Esse é meu blog e eu posso colocar fotos da minha cara.
No passeio também catei algumas coisinhas que fui encontrando pelo caminho:

Restos de um passarinho, provavelmente um sabiá, que ainda vou limpar; uma sementinha de cabelo loiro; peninha, um galhinho com bolinhas, e pedaços de musgo em cascas de árvore. A foto está escura e sem detalhes porque o dia está cinza...
E por falar em coisinhas recolhidas da natureza, eu fiz esses relicários:


Foram vendidos, mas estou sempre reunindo material e certamente ainda farei mais. =)

sábado, 5 de outubro de 2013

Sinos de Fadas e Bruxas


Terminei esse desenho e fiquei pensando que título dar a ele. Sempre dou títulos meio óbvios e queria pensar em algo diferente. Resolvi pesquisar mais sobre essas flores, jacinto-dos-campos (Hyacinthoides non-scripta), pra saber de histórias ou algum simbolismo ligado a elas. Eu só sabia que eram chamadas de sino-de-fadas, mas não conhecia as histórias muito profundamente. Acabei descobrindo algumas coisas legais, e tentei reuni-las neste post.

Traduzindo alguns de seus diversos nomes do inglês, temos: sino de fadas, dedal de fadas, dedal de dama, sino de bruxas, sinos azuis, sinos de defunto, sino de lebre, jacinto selvagem, entre outros.

É uma flor fortemente associada às fadas: diz-se que estas tocam as flores como sinos para convocar uma reunião. Elas também são muito protetoras com essas flores, amaldiçoando qualquer um que as danifique. Por isso, é considerado má sorte atravessar um campo de jacinto-dos-campos. Diz-se também que estas flores têm a propriedade de permitir que um mortal veja fadas, ou o mundo das fadas.

Mas não só às fadas ela é associada: há histórias que dizem que bruxas se transformam em lebres, para se esconder entre os jacinto-dos-campos (explicando um de seus nomes, harebell, ou sino de lebres). As flores produzem um leite branco, que seria usado pelas bruxas para produzir um unguento usado para voar e também para se transformar em lebre.

Na Idade Média, esse "leite" era usado para colar penas às flechas.

Bluebell Dawn, fotografia de Barry Wakelin.

 Se você ouvir o sino de um bluebell soar, é porque você ou alguém próximo irá logo morrer. O que talvez não seja uma mentira, já que as flores são venenosas, então se você estiver perdido num campo destas flores e se sentir desorientado e com sinos nos ouvidos, é melhor se preocupar.

Sendo associada a fadas e bruxas, essa flor tem um significado fortemente lunar. Não à toa, é associada ao pastor (ou, às vezes, caçador, rei, ou astrônomo) Endymion, na mitologia grega. Selene, a deusa da Lua, se apaixonou tanto por sua beleza, que pediu para que o fizessem dormir para sempre, para conservar sua beleza e juventude, e ia visitá-lo todas as noites. Com ele teve 50 filhas. É interessante notar neste mito a ligação entre a morte (o sono eterno) e a vida e fertilidade, associação comum em diversas mitologias. Talvez por causa da história de Endymion, diz-se que estas flores previnem pesadelos se deixadas ao lado da cama.

Diz-se também que esta flor tem a propriedade de afinar os véus entre os mundos e realidades. Da mesma forma que círculos de cogumelos (também ligados às fadas e com efeito semelhante sobre os mortais que os adentrarem), são portais para o mundo das fadas, e alerta-se sobre o perigo de se ficar perdido em um estado estranho, preso entre mundos, ao passar por campos de jacinto-dos-campos, e ter que ser retirado de lá por outra pessoa. Crianças seriam especialmente mais suscetíveis ao perigo de se ficar preso entre mundos ou ser sequestrado para o mundo das fadas.

Provavelmente há muitas outras histórias e mitos ligados a estas flores. De qualquer forma, jacinto-dos-campos era uma de minhas flores preferidas, e gosto ainda mais delas agora.

Ah! E sobre o título da pintura, acabei optando pelo simples e óbvio, mesmo: Bluebells.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Shape do Arte Livre 2013

Sábado passado teve a Arte Livre 2013, uma exposição de shapes de skate pintados por vários artistas, grafiteiros e tatuadores. Pintei meu shape com tinta a óleo, e é este aqui:


Fazia muitos anos que eu não lidava com tinta a óleo, e me bati um pouco, hehe. A ideia inicial, inclusive, era outra, eu havia começado a pintar um urubu albino. Mas não deu certo, pintar uma ave tava sendo mais difícil do que imaginei, e acho que cometi uns enganos no processo (usei secativo demais achando que ia facilitar e só dificultou). Aí pintei essa moça por cima.
Não fiquei totalmente satisfeita com a pintura, queria dar mais uns retoques, mas o prazo para a entrega do shape terminou então tive que parar por aí mesmo. Mas gostei de mexer com pintura a óleo, quero pintar mais =)

Algumas fotos dele na exposição:

 


Mais fotos do evento podem ser vistas na página do Arte Livre 2013 no facebook.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Call of Catthulhu


Minha ilustração "Octopussy" é a capa desse jogo de RPG, de uma companhia chamada Faster Monkey Games, "Call of Catthulhu". Eu não sou uma jogadora, mas eu achei o conceito do jogo muito legal e inevitavelmente fofo! Afinal, trata-se de gatos lutando contra as forças cósmicas do caos, no melhor estilo Lovecraft. Como falei pro Joel Sparks, o autor, quando ele me enviou uma cópia, não pude evitar de sorrir ao rolar pelas páginas e ver aqueles gatinhos e descrições. O jogo conta com entidades como "Shed-nappurath, Mother of a Thousand Kits" (algo como Mãe de Mil Gatinhos), e é claro, o grande Catthulhu, progenitor de todos os deuses e animais, cujos bigodes, diz-se, podem agarrar com mais força do que qualquer mão ou mandíbula, e sobre o qual um mero pensamento pode corromper a mente e a vontade de uma criatura, facilmente desintegrando sua sanidade.



Quem quiser comprar o livrinho em pdf, pode visitar este link.

domingo, 18 de agosto de 2013

Arranhões

Às vezes postar aqui no blog é a mesma coisa que contemplar uma folha em branco na qual eu preciso desenhar e não conseguir encontrar o fio que me levará ao resultado final.
Eu tenho uma necessidade muito grande de me expressar, mas nessas vezes eu fico em silêncio porque não consigo responder às perguntas internas: o que vale a pena ser dito? E eu tento imaginar as pessoas que lerão ou verão o que eu escrever ou postar aqui, e meio que não consigo enxergá-las na minha mente. Eu não consigo me comunicar com elas, e nem comigo mesma. Aí me calo.
Mas volta e meia alguém resolve me dizer como gosta de ver as coisas que posto aqui, e eu tento me convencer de que vale a pena, e tentar me livrar dessas armadilhas estagnantes que criei na minha própria cabeça, dessas cordas de racionalidade excessiva que amarram aquilo que poderia simplesmente fluir.
Sei que falo disso por aqui muitas e muitas vezes, estou sempre falando sobre o tempo que passou sem eu postar nada, e matutando sobre os motivos que me levam a isso. Mas é, fazer o quê, é uma questão constante. Que eu queria muito resolver. Queria quebrar de vez minhas represas e tomar o meu espaço.

* * *

Vou postar várias coisinhas, então.


Faz tempo que não encontro bichinhos mortos, mas ganhei alguns de presente, hehe! Essas coisinhas quem me deu foi o Raine, que aliás (fazendo uma propagandinha básica) é músico independente e tem um projeto lindo chamado Through Waves. Vão conhecer, tenho certeza de que irão gostar. ♥ Olhem que amor essa mini lagartixinha mumificada.



* * *

Fiz mais algumas impressões giclée! Fiquei feliz com elas. Todas estão na minha loja, lembrando que se comprar direto comigo e pagando por depósito, o valor tem desconto. =)



* * *

Vou finalizar com uma foto de cogumelos que tirei no Jardim Botânico. Eu estava indo lá com frequência, antes do pior do inverno chegar. Caminhava e sempre que via cogumelos, parava e tirava uma foto. Gosto muito de cogumelos, por algum motivo sempre fico feliz quando encontro um (ou uns...).


quinta-feira, 25 de julho de 2013

Coração em chamas


Ou "Cor Ardens", em latim.
Finalizei a pintura mesmo com aquele probleminha acontecendo, porque não tem muito mesmo o que fazer. Quem sabe um dia, de posse de uma tecnologia mais avançada, eu retoque essa pintura, hahaha.

Tô com muito frio pra escrever mais qualquer coisa. Detalhe do rosto:


sábado, 20 de julho de 2013

Microcosmo


Quod inferius est sicut quod superius
Quod superius est sicut quod inferius
Ad perpetranda miracula rei unius.

(O que está abaixo é como o que está em cima
O que está em cima é como o que está abaixo
Para realizar os milagres de uma única coisa.)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

3 WIPs

 Demorei pra atualizar, mas não é por ter ficado improdutiva, não! Eu não tava com muita vontade de postar WIPs, queria postar um desenho pronto, mas tive algumas dificuldades no caminho, acabei começando outros, e bom, não custa nada dar uma espiadinha, né?


Esse é o desenho que começou a me dar problemas. Está havendo nessa pintura um negócio que pesquisando descobri se chamar "color banding" ou "posterização". O que ocorre é que, ao invés das cores se mesclarem suavemente como num gradiente ou degradê, as cores ficam "duras", sem conseguirem se mesclar. Mesmo que o pincel seja suave e esfumaçado, nada funciona. Recortei um pedaço da imagem em que isso está ocorrendo:

Não sei se vocês conseguem ver, mas há várias "manchas" de cores perceptíveis. Já tentei de tudo, configurações de perfil de cor tanto do sistema quanto do photoshop, aumentar pra 16 bits, pesquisei em sites e fóruns pra ver se alguém tinha o mesmo problema e conseguiu resolver... e sim, várias pessoas com o mesmo problema, mas nenhuma solução. Fiquei pensando se pode ser algum problema com meu monitor ou placa de vídeo, até enviei o .psd para uma amiga tentar mexer e ver se acontecia o mesmo, e sim, aconteceu no computador dela também. Então, não sei mais o que fazer.

Eu acho que no final das contas é um problema de limitação de cor, mesmo - não existem cores suficientes, no RGB, para produzir tons intermediários entre as cores que usei na pintura, então elas não mesclam. Isso acontece quase que exclusivamente com essas cores escuras. Quando são cores claras, fica tudo suave, lisinho e bonitinho.

Então desisti de tentar resolver esse problema. Eu tinha parado de mexer nessa pintura pra ver se conseguia uma solução, estava frustradíssima - mas o jeito é procurar contornar o problema com alguns truques (vou aplicar texturas, noise, trabalhar com layers).

Nesse meio tempo, resolvi começar outro desenho, usando cores claras.

Tá meio cru ainda, mas eu adoro essas flores, bluebells - não consegui descobrir o nome delas em português, se é que há...
(EDIT: minha amiga Sarah Helena me disse que o nome em português é "jacinto dos campos". Obrigada, Sarah! ♥)

No momento deixei estes dois anteriores de lado um pouco e estou trabalhando neste aqui:

Tenho um prazo pra terminá-lo e por isso estou dando prioridade. Irei inscrevê-lo para um zine colaborativo do Society6 chamado "Vacancy". Também está havendo algum color-banding neste desenho por causa das cores escuras, mas fazer o quê... =(

Postarei os desenhos finalizados quando estiverem finalizados!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Impressões giclée

Fiz essas impressões giclée de duas de minhas pinturas digitais como experimento. Elas foram impressas num tamanho um pouco maior que um A3, com 30,5cm x 45cm, contando com as margens brancas, em papel Montval. Tirei algumas fotos de forma a dar pra ver a textura do papel, é um papel para pintura de aquarela. A qualidade é artística, e as impressões são perfeitamente detalhadas!

Estou disponibilizando-as à venda! O valor de cada uma é R$ 95,00 mais R$ 10,00 de frete para todo o país. Elas serão enviadas enrolados em tubos e dentro de um plástico pra proteger. Também serão assinadas por mim no verso.

Essas impressões serão edições ilimitadas, e imprimidas por demanda - ou seja, quem tiver interesse, me manda um e-mail (nocturnine5@yahoo.com.br) pra encomendar. =) Eu ainda não sei se quero fazer alguma edição limitada de impressões. Apesar de sempre ouvir outros artistas falarem que isso valoriza a obra, eu acho que gosto da ideia de que qualquer pessoa possa ter uma impressão caso deseje. Mas é possível que eu faça edições limitadas de outros desenhos, ou em tamanhos maiores, isso ainda vou decidir.

Por enquanto estou disponibilizando esses dois trabalhos apenas, mas logo disponibilizarei outros. Se tiver algum desenho meu em particular que vocês queiram uma impressão artística, comentem! =)

EDIT: Me pediram para cadastrar os prints na loja do elo7, para poder realizar o pagamento via cartão de crédito, com parcelas e tudo mais. Tive que aumentar o valor lá por causa da comissão para o site, mas pra quem quiser pagar via depósito, ainda vale o preço anterior, tratando diretamente comigo. =)

Perdoem a foto não estar com uma qualidade muito boa, muitos detalhes e cores se perderam - vou tentar tirar uma foto melhor e substituo aqui depois ;)







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